
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Frases de quem passou o inferno em claro ao lado do Cão chupando manga

Ah, meus oito anos!

terça-feira, 20 de outubro de 2009
Saramago na berlinda. Mais uma vez. Chamem o Scorcese!

"Caim", livro mais recente do português José Saramago, gerou polêmica ao chegar às livrarias hoje, depois que o episcopado lusitano afirmou que se trata de uma mera "operação publicitária" do Prêmio Nobel de Literatura de 1998.
O livro, que narra em tom irônico a história bíblica de Caim, filho de Adão e Eva que matou o irmão Abel, foi apresentado no domingo em Penafiel pelo autor.
"A Bíblia é um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana", declarou Saramago.
"Sem a Bíblia, um livro que teve muita influência em nossa cultura e até em nossa maneira de ser, os seres humanos seriam provavelmente melhores", completou.
O romancista denunciou "um Deus cruel, invejoso e insuportável, que existe apenas em nossas mentes", e afirmou que sua obra não causará problemas com a Igreja Católica "porque os católicos não lêem a Bíblia".
"Admito que o livro pode irritar os judeus, mas pouco me importa."
O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa, Manuel Marujão, chamou o livro de "operação publicitária".
"Um escritor da dimensão de José Saramago deveria tomar um caminho mais sério. Pode fazer críticas, mas entrar em um gênero de ofensas não fica bem a ninguém, e muito menos a um Prêmio Nobel", afirmou.
O rabino Elieze du Martino, representante da comunidade judaica de Lisboa, afirmou que "o mundo judeu não vai se escandalizar com os escritos de Saramago nem de ninguém".
"Saramago desconhece a Bíblia e sua exegese. Faz leituras superficiais da Bíblia", disse.
Saramago provocou revolta em 1992 com "Evangelho segundo Jesus Cristo", no qual mostra um Jesus que perdeu sua virgindade com Maria Madalena e que era utilizado por Deus para ampliar seu poder no mundo. O escritor se mudou pouco depois de Portugal e foi morar em Lanzarote, no arquipélago espanhol das Canárias.
GRANDE PENSAMENTO QUE ME OCORREU POR INFLUÊNCIA DA MPB
Pelas ruas o que se vê é uma gente que nem se vê.
Então vejamos:
A Igreja Católica condena tudo o que faz pensar. E o diabo ri. Sabe que padres e papas estão a seu serviço. Alguns deles, sem saber.
Eu tenho tesão por freiras. Sempre que estou em paz comigo mesmo, bato uma punheta longa e especial para alguma freira. O gozo é prolongado, chego a dobrar os joelhos.
Quantas garrafas de vinho tenho que beber para encontrar alguma qualidade na bíblia?
Entes sorrateiros. Vendidos!
Acho que ela está apaixonada por mim. Ou pelo meu pau.
O jeito é se entregar ao inferno
Andei pensando em mudar de vida. O céu me parece bem mais calmo e em sintonia com meu temperamento.
Não sou uma alma agitada. Sou pensamento. Lua. Pouca fé.
Mas o diabo é foda.
Ele deixa Madame Súcubo cheia de angústia e a vadia entra na minha veia como doença.
E o eixo do mal no DNA contaminado vence constantemente.
Convocarei pistoleiros experientes para matar Satã. Mas tem que ser olho no olho. Sem sacanagem explícita.
Tex Willer
João Paulo II
Donald Trump
José Mourinho
Catanoce
Will Smith
e Belle & Sebastian
estão convocados. Atuarão firmemente nas fileiras contra a supremacia do Cão nas regiões em que prevalece o conflito mercadológico desta era. Dica: uma delas é o Rio de Janeiro.
No fundo, porém, sei que são uns espíritos de porco. Bostas com caras de malvados. Não espero nada de bostas com groselha em vez de sangue.
domingo, 19 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Madame Súcubo acha Jupaes um tesão (eu também)

O juiz João Paulo Capanema de Souza, do 24º Juizado Especial Cível do Rio de Janeiro, determinou que o colunista José Simão, da Folha, se abstenha de fazer referências à atriz Juliana Paes, confundindo-a com a personagem "Maya", da novela "Caminho das Índias", da Rede Globo, sob pena de multa de R$ 10 mil por nota veiculada nos meios de comunicação.
A atriz moveu duas ações de indenização, uma contra o jornal e outra contra o colunista. Ela alega que Simão "vem publicando reiteradamente nos meios de comunicação em que atua, sobretudo eletrônicos (internet), textos que têm ultrapassado os limites da ficção experimentada pela personagem e repercutido sobre a honra e moral da atriz e mulher e sua família".
Anteriormente, a atriz havia ajuizado ação só contra a Folha na 4ª Vara Cível do Rio de Janeiro, mas não obteve a medida liminar. No último dia 6, o juiz Carlos Alfredo Flores da Cunha indeferiu o pedido.
Segundo Flores da Cunha, "atriz famosa, a autora será alvo de comentários e críticas, isto é inevitável. E não é possível, de antemão distinguir o que é mera informação, crítica jornalística, comentário irrelevante, ofensa etc. Tratando-se, portanto, de matéria controvertida, desacolho o pleito de antecipação de tutela".
Ao conceder a antecipação de tutela, o juiz Capanema de Souza disse não ver "ofensa ou aspecto pejorativo" nas considerações do colunista "sobre a "poupança" da atriz ou sobre o fato de sua bunda ser grande", já que "sua imagem esteve e está à disposição de quem quisesse e ainda queira ver", e qualificá-la "nos limites do tolerável".
Mas considerou que o colunista ofendeu "a moral da mulher Juliana Couto Paes, seu marido, sua família", ao "jogar com a palavra "casta" e dizer que Juliana "não é nada casta"."
José Simão diz que tomou conhecimento das ações ao ler a coluna do jornalista Ancelmo Gois, na edição desta quinta-feira no jornal "O Globo".
"É censura. A pessoa não pode determinar quando e o que falar dela. Isso tolhe totalmente a liberdade de expressão", afirmou. "Na hora em que estava escrevendo, achava que estava elogiando a atriz. Não quero me retratar", disse Simão.
Segundo o colunista, "a imagem que Juliana Paes passa para o Brasil é que ela é a "gostosa", e que todo homem fica "babando". Não vejo por que o termo "casta" ofende uma mulher moderna, liberada, atriz da Globo. Para mim, casta é pudica, e eu não admiro pessoas castas. É coisa medieval", afirmou.
As advogadas Taís Gasparian e Mônica Galvão, que representam a Folha, consideram que a decisão do juiz Capanema de Souza "trata o humor como ilícito e, no fim das contas, é a mesma coisa que censura".
Eu acho Juliana Paes bonita. Mas, às vezes, seus "olhos de ressaca" (perdão, Machado) deixam-na (obrigado, Cegalla) com a cara do Snoop Dogg. Aí, ela não parece tão linda assim.
"Nicole Kidman é estranha"

Em sua biografia, "Slumgirl Dreaming: Journey to the Stars" ("sonho de uma menina de favela: jornada para o estrelato", em tradução livre), há uma descrição de um encontro entre a menina e a atriz adulta nos bastidores para produção de um comercial francês.
Rubina Ali descreve Kidman como "estranha" e muito precavida quanto à exposição ao sol
"Eu gostei muito dela, mas ela ficava quieta", disse a menina, segundo livro. Neste trecho a menina diz que a atriz era estranha.
A criança também afirma, segundo livro, que Kidman a todo momento repetia que não queria se expor ao sol. "Eu acho que ela era um pouco tímida", completou a menina.
A sinceridade das crianças é comovente. E esclarecedora.
Sempre achei a Kidman uma espécie de psicopata recalcada. Está sempre com aquele ar de enfado, narizinho empinado, rabo empinado – ainda bem, diga-se de passagem – dente empinado.
Mas tem cara de quem trepa bem. Ou não. Às vezes tenho a impressão que ela é daquelas que satisfazem com um bastão roliço que liga na tomada.
Mas, enfim, Kidman fica muito sensual quando arreganha os dentes. É uma feiticeira das telas quando está sem roupa.
Eu comeria com gosto o cu de Kidman.
Preciso ir, o diabo me chama.
“O diabo é um otimista, se pensa que pode tornar os homens piores do que são”. Otto Maria Carpeaux.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Fiz uma poesia para chegar mais perto das chavascas.
Vem, menina!
Mostra sua porta de entrada.
Quero lhe dizer que tudo é fútil.
Menos o sexo.
Nexus, plexus, pélvis.
Na brasa viva do teu amor,
quero me deitar, quero me deitar, quero me deitar.
Bom, deixa pra lá.
A animalidade é apenas uma desculpa esfarrapada para a hipocrisia. Nunca aprendi a ser mentiroso.
Estou no inferno para ficar em silêncio, deslizar pelas sombras.
Dostoévski escreveu um diário que vou terminar de ler quando vier a outra vida.
Mas eu o vejo por aí.
O que seria de mim no inferno sem uísque!
Ontem comi uma ninfeta fazendo de conta que estava rompendo o status quo. Ela gozou tanto que me chamou de revolucionário. Era aluna de Simone de Beauvoir. Danada.
Recitou um trecho de “A mulher desiludida”:
“Bebi demais e Maurice ria, dizendo que eu era encantadora. É engraçado. Foi necessário que eu me enganasse para que ressuscitássemos as noitadas de nossa juventude. Nada pior que a rotina. Os choques fazem acordar.”
Menininha danada. Uma puta consciência de lugar-no-mundo!
GOSTOSA!
Um pouco de biografia
Minha mãe passou a me achar um verme. Mas nada dizia claramente.
Meu pai me engolia como seu eu fosse uma espinha de peixe. E me vociferava contra minha independência de espírito quando estava bêbado. Quando estávamos ambos bêbados, a conversa era até elevada.
Meus amigos me aceitavam quando eu era condescendente.
Minha irmã me considerava um imbecil pretensioso.
No começo foi difícil.
Depois gozei.
Fiquei tão sozinho que aprendi a gostar de mim.
Bem depois de ser condenado à liberdade, ouvi o que gostaria de ouvir. Li todas as merdas que diziam ser boas. E li todos os execrados. Um deles me faz companhia constantemente. É o louco Mário de Sá-Carneiro.
Mas o apogeu foi quando fumei maconha. Ó vida boa! A erva! A erva!
A erva, porém, nunca se comparou à cerveja.
Depois fiquei meio hindu. Só meditando distante. Contemplando. E fiquei calmo. Até ser condenado.
Madame Súcubo tem um tesão enorme pela minha história.
Mas eu a desprezo.
domingo, 23 de novembro de 2008
Conan recusa papel em Calafrio do inferno

segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Fernando Pessoa está entre nós

quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Confissões de um condenado
Não vou negar mais. Meu Deus! Ou melhor: meu diabo! Foi ele quem pediu para dar uma força para Madame Súcubo.
Mas vejam como a hipocrisia pode ser amena se nos faz bem de vez em quando.
Aos poucos transformo minhas idéias em queijadinhas digeríveis para os estômagos extremamente desconfiados.
Os loucos consomem Ulisses direto da fonte.
Mas estes morrem cedo.
Cedo, cedo.
Eu vos digo, em verdade: ninguém merece viver na solidão.
Só quem a deseja.
Já reparou que pra dançar legal você
precisa estar meio alto?
E pra chegar naquela diabinha?
Se for feio e decrépito como eu, tem que ser na maciota.
_ Ah! Chega na Sussu – me aconselha o diabo. Ela gosta de se doar. É um remédio espiritual pra ela.
Não, não. Madame Súcubo é um tufão.
Depois não larga, a gente fica dominado.
Prefiro as diabinhas e as diabas seguras de si.
Você leva fora adoidado, mas depois ouve um som triste e fica tudo bem.
Tudo bem mal.
Vou visitar Madame Súcubo nesta noite tenebrosa.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
A ascendência do Príncipe das Trevas

Madame Súcubo foi a uma festa na caverna do Diabo. O arrasta-pé aconteceu lá em Iporanga, no Vale do Ribeira.
A morte do rocambole e a cosmogonia

Houve uma época em que se consumia muito rocambole. Era moda. Após a refeição, na hora de namorar, numa festa de aniversário. Depois caiu em desuso.
O sujeito que emprestou seu nome ao doce transita pelo inferno com certa nostalgia. Ele aplicava uns golpes inteligentes quando era vivo.
Dias atrás Rocambole me disse que o ideal é ter um nome forte. Aí fica na história. Um exemplo: bomba.
Bomba causa impacto. Até se for de chocolate.
Madame Súcubo me encomendou um estudo sobre a poeira. Pra ela, a superfície amarronzada por partículas de terra torna um objeto digno de veneração. Ela cita como exemplo os livros do Evangelho.
_ Estão cobertos de poeira e, no entanto, são citados em prosa e verso por qualquer analfabeto.
Achei a pauta uma tremenda besteira. Mas se eu ignorar este pedido, é possível que meu pagamento fique empoeirado em algum canto do Departamento de Finanças do casarão da lanterna vermelha.
Depois de certo tempo, qualquer coisa corre o risco de ficar coberta de poeira. Mesmo que apenas metaforicamente. Os órgão sexuais, por exemplo. Há pessoas que nem se lembram que existem. O que é um forte indício de desuso.
Juntei as conversas que tive com Rocambole e Madame Súcubo e forjei uma pauta com aparência de interessante: por que não escrever sobre a influência da poeira cósmica nos doces, inclusive naqueles que podem ser colocados debaixo da língua?
Dei uma viajada pelo Google e logo de cara encontrei assuntos que repassei para Madame Súcubo discutir com o Diabo. Pode rolar um papo, no mínimo, curioso. Olha só as manchetes de um blog chamado Poeira Cósmica:
Nuvem do Caos se aproxima da Terra
A Área 51 brasileira
"Homens de Preto" agindo no Brasil
Quedas de OVNIS no Rio e Bahia
Observatório pré-colombiano no Amapá
Descendente brasileiro de Maria Madalena
Sondas da NASA revelam provas de presença dos cavaleiros templários em Marte
Mortes no espaço: os mistérios do programa espacial soviético nos anos 1960
“Código Xavier” confirma o retorno do médium Chico Xavier
Roswell: confissão no leito da morte traz novos detalhes sobre o fenômeno extraterrestre
Humanóides filmados voando sobre cemitério mexicano
Um trecho sobre a poeira cósmica que gerou a nuvem do caos:
“Autoridades do Pentágono recusaram-se a comentar os rumores de que abrigos subterrâneos contra antimatéria estariam sendo construídos com material reciclado de Nova Orleans sob bases militares em 12 estados. Também não quiseram falar sobre o súbito aumento nos índices de estocagem de combustíveis, alimentos não-perecíveis, sementes, medicamentos, cortadores de unhas e baterias. O General Wade Eiling, supervisor do Programa Governamental de Evasão Planetária (MOCK, sigla em inglês), declarou à imprensa: “O que posso recomendar à população alarmada neste momento é que dedique-se a estudar melhor os princípios fundamentais da Física e os rudimentos da Astronomia.”
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Èpa Bàbá!

Madame Súcubo quer patrocinar um candidato. Mas exige que ele seja devoto de Oxalá, um de seus amantes preferidos.
Relações sacramente promíscuas

